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O golpe contra Chávez

Fuentes: Rebelión

Os órgãos oficiais do Departamento de Estado começam a colocar em prática a etapa seguinte à da fraude que resultou no referendo de 15 de agosto na Venezuela. Questionam o uso de urnas eletrônicas, falam em possibilidade de fraude por parte do governo bolivariano. São as urnas eletrônicas às quais a direita atribui caráter papal, […]

Os órgãos oficiais do Departamento de Estado começam a colocar em prática a etapa seguinte à da fraude que resultou no referendo de 15 de agosto na Venezuela. Questionam o uso de urnas eletrônicas, falam em possibilidade de fraude por parte do governo bolivariano.

São as urnas eletrônicas às quais a direita atribui caráter papal, a infalibilidade. Desde que a serviço de seus interesses.

Bush foi eleito numa grande fraude. Um exemplo.

Órgãos oficiais são os principais meios de comunicação em toda a América Latina, que teimam em apresentar o governo Chávez como um rotundo fracasso.

É conhecida a velha mania de acusar primeiro para evitar a verdade. Uma estratégia que criminosos usam à perfeição.

OEA (Organização dos Estados Americanos) e Centro Carter são apêndices da Organização Terrorista Casa Branca. Espécie de braços supostamente civilizados, democráticos, preocupados com o bem estar das pessoas desde que não afete o das grandes corporações e do sistema financeiro internacional.

O referendo de 15 de agosto não diz respeito somente à Venezuela.

Há um claro processo de intervenção externa naquele país e um golpe que vem se desenrolando com todo o script que gerou as ditadura militares na região. A farsa repetida tantas quantas vezes for preciso.

Muda aqui, muda ali, algo como um remaker, mas os fins são os mesmos.

Placas imensas da Texaco, etc, etc.

O importante para o progresso de qualquer país latino americano é a presença da coca cola.

Fora disso não há salvação.

Lula já está sob controle. Seu governo é uma confusão tão grande e um fracasso quase que absoluto que não oferece riscos. Com toda a certeza mata os terroristas do IV Reich de rir.

O coronel Gutierrez já aprendeu e engoliu as lições do FMI e do Banco Mundial.

Restam Cuba e a Venezuela.

A Bush e seus SS pouco importa que a situação na Venezuela implique em guerra civil, em mortes, em violência. Importa que os negócios fiquem preservados. Estejam a salvo.

Isso significa varrer Chávez do poder. Depois é só colocar um Carmona da vida, algo assim como um FHC venezuelano, ou mesmo um Lula qualquer. Em caso de discordância a democracia baixa o sarrafo garantindo a ordem, a liberdade, a iniciativa privada, o progresso, o respeito e o temor aos valores que Deus transmitiu a Bush.

Uma nova tábua de mandamentos.

Consiste em prisões à semelhança do que acontece no Iraque.

Qualquer dúvida o papa abençoa. Chora aqui, chora ali mas abençoa.

O presidente brasileiro segue impávido. Não quer se meter nos negócios da Venezuela. Acha que não é com ele.

A perspectiva é a pior possível. A candidatura de John Kerry patina na incapacidade do democrata de se antagonizar a Bush em meio a comedores de hambúrgueres do MacDonalds.

Bush já tomou providências. Elegeu o combate a obesidade como prioridade número um da saúde em seu país.

Noutros cantos as barrigas estufadas costumam ser sinal de fome associada à presença de vermes.

O fato político mais importante, até que o tal avião de Lula (armadilha tucana que o petista cai como patinho), ou a loteria do ministro Tarso Genro para financiar a educação, por mais que os messias brasileiros não creiam, é o golpe contra Chávez.

Atinge a todos os países e povos latino americanos.